
Você pode querer mudar a cor das tuas unhas, dos teus cabelos, das roupas que usa ou de qualquer outra coisa que desejar, mas saiba que para mim existe algo em ti que jamais poderá ser mudado: A cor única que irradia da beleza que existe dentro da tua alma. Daqui onde estou posso ver que tal cor a cada dia se torna mais magnífica e ter a certeza de que estou realmente vivo para poder desfrutar desse teu lindo sorriso imerso a inúmeras cores que tu vem produzindo, acaba se tornando simplesmente uma dádiva… Adoro admirar o quanto é magnífico esse seu jeitinho e saber que tu estás bem consigo mesma; Não me importa quantas cores possam ser usadas para colorir o teu mundo. O que me importa mesmo é a beleza que trazes com a tua presença e com o privilégio da tua vida. Muito obrigado por existir. E obrigado principalmente por trazer muito mais cores a minha vida. Nunca foi tão bom ver o mundo com tantas cores diferentes; E enquanto eu que ingenuamente pensava que o amor tivesse apenas uma cor, lá veio você, como quem não quer nada, me mostrar algo novo que simplesmente mudou a minha vida… Meu amor, use as cores que precisar para colorir ainda mais o teu mundo. Só não se esqueça que de agora em diante a minha vida contigo será para sempre uma aquarela na qual insistirei em chamar de Amor. Te amo. Com o amor de toda a minha vida. Com o amor de toda a minha alma. Com o amor de todas as cores que possam existir. Pra sempre seu. Pra sempre o seu quadro. Pra sempre fazendo parte das suas cores. Das nossas cores. Do nosso amor… Te amo. E se isso não for amor não sei mais o que pode ser…
Eduardo Orlando Holopainen

Eduardo Orlando Holopainen

A cada dia que passa nos tornamos mais ágeis, observadores, analíticos e inteligentes. Mas o que fazemos com relação a nossa emoção? Será que conseguimos equipará-la junto as nossas evoluções? Somos rápidos na obtenção de dados, na memorização de nomes, números e no cálculo de grandes operações, sejam elas matemáticas ou tantas outras além desta. Mas e quanto ao desenvolvimento da nossa própria emoção? Será que já conseguimos dizer com exatidão qual a quantidade de carinho necessária para termos um pouco mais de atenção daqueles que não conhecemos, que gostaríamos de conhecer ou daqueles que nos cercam? E quanto as pessoas que nos entregam um simples sorriso ao passar por nós diariamente, sejam nas ruas, nos veículos ou nos ambientes que frequentamos, o que elas recebem como resposta de nossas faces? Uma expressão positiva ou uma visível indiferença ou até mesmo algo que aparenta ser ameaçador vindo de nós? Saberíamos dizer quantos estranhos são necessários para que se possa aflorar em nossa alma algo que nos faça refletir realmente? O mundo que vemos vem formando seres humanos capazes de criarem coisas magníficas, tais como os mais incríveis aparelhos ou os mais avançados métodos para melhoria da qualidade de vida, mas se não houver primeiramente antes de qualquer elaboração de algum desses projetos, um cuidado um pouco maior com aquilo que é pensado, feito e principalmente sentido, seremos a própria evolução das máquinas, e assim como elas não teremos qualquer sinal de emoção. Quem desconhece o valor que um outro ser humano pode lhe oferecer se apega rapidamente a toda sua materialidade mas esquece que nem só de bens vive o homem. Aquele que se enche de fortunas e esquece que a maior fortuna que se pode obter é o encontro com a sua própria alma e a vontade inexplicável de se contemplar a vida, pouco a pouco definha em meio aos seus próprios metais. Mas aquele que enche a sua vida não de bens mas sim com o bem, se torna eternamente rico e prospera da alma pra fora. Estamos em constante evolução e isso é inegável. Mas não podemos esquecer que se não levarmos conosco a nossa essência, a essência humana, tal evolução se tornará a extinção da nossa espécie. E sinceramente, seria lamentável ver uma raça que tem tudo para mudar o mundo de forma tão excepcional como já vem sendo feito, ser inutilizada por sua própria falta de conciliação consigo mesma. Diante disso, vamos ser um pouco mais claros: Vamos sim ser ágeis, observadores, analíticos e inteligentes. Mas antes de tudo isso vamos ser um pouco mais sentimentalistas. Vamos dar valor também aquilo que não se pode ver, apenas sentir. Devemos lembrar que o ar é o que nos mantém vivos, e mesmo assim sequer o vemos. E assim como o ar, tudo aquilo que sentimos não pode ser visto, mas é aquilo que nos torna diferente de máquinas como esta na qual você tem acesso a este texto nesse exato momento. Evoluir é fundamental. Mas não mais fundamental do que ter sabedoria suficiente para poder administrar a separação entre possuir bens e transmitir o bem. Se não estivermos prontos para lidar com aquilo que sentimos jamais estaremos prontos para lidar com aquilo que consideramos como melhoria para a nossa própria gente; O nosso próprio povo; A nossa própria raça. Não digo somente a raça humana. Mas sim a raça sentimentalista. A raça que acima de tudo possui dentro de si uma alma. E que dessa alma fará verdadeiramente aquilo que chamo de continuidade da nossa espécie.
Eduardo Orlando Holopainen

Muitos homens desejam a conquista sem saber ao menos o seu verdadeiro significado. Quantos desses mesmos homens já fizeram para si uma simples pergunta: O que seria realmente a vitória?
Para uns a vitória é o triunfo máximo; O ápice do poder. A demonstração suprema de superioridade. Para outros é apenas o rumo determinado por escolhas corretas e estratégias bem elaboradas. Mas para um homem a vitória possui um significado diferente…
Certa vez durante uma viajem que realizei, conheci um rapaz que era apaixonado pela vitória. Esse nome fazia seus olhos brilharem. Mas a sua definição de vitória não era essa que temos geralmente. Vitória para esse rapaz era uma menina que aparentava ter entre seus 14 ou 15 anos. Tinha cabelos negros como a mais linda escuridão, olhos que tinham o dom de analisar a profundidade de qualquer alma e um sorriso que conquistava até a mais triste das pessoas. Isso só puder saber depois um certo tempo… Tempo este no qual foram ínfimos para poder descortinar as páginas da vida de um simples menino cujo sorriso escondia um verdadeiro mar de lágrimas…
Quando cheguei nessa pequena cidade a procura de algumas pessoas para me fornecer informações sobre locais de hospedarias, vi um rapaz sentado do outro lado da rua escrevendo algo apoiado em um pequeno caderno numa espécie de cartão. Quando me dirigi a ele para fazer algumas perguntas, eis que ele correu em minha direção com uma expressão de felicidade que a tempos não via e veio logo me dizendo jovialmente:
- Moço, o senhor pode me dar uma moeda para eu poder conquistar a vitória?
A princípio não entendi o que aquele rapaz estava tentando me explicar. Surpreso o questionei:
- Como assim conquistar a vitória rapaz?
- Moço é que eu sou apaixonado pela vitória. Ela me faz tão bem. Ela me faz sentir vivo! O senhor deveria saber como é ter a vitória em suas mãos…
A cada palavra que aquele rapaz ia me dizendo mais eu tinha como sem nexo as suas argumentações. Começava a achar que aquele jovem era maluco… De súbito mais uma vez o indaguei:
- Que diabo de vitória é essa rapaz? Mostre-me tal conquista que fazem teus olhos brilharem desse jeito! Por acaso encontrastes algum tipo de mina de ouro aqui em sua região?
- Encontrei. Encontrei sim. Encontrei a tempos. Mas eu só queria uma moeda para poder conquistar esse tesouro.
- Rapaz está falando sério mesmo? Se eu lhe desse uma moeda partilharia desse tal tesouro comigo?
-Só se o senhor for capaz de carregá-lo.
Naquele instante, e cego por minha própria ganância, achei estar tendo algum tipo de alucinação e que meus ouvidos traíam a minha razão. Como um rapaz que aparentava ser tão jovem tinha feito uma descoberta que pelas suas palavras parecia ser tão grandiosa? Instintivamente ignorei meus questionamentos e continuei a conversa com o garoto:
- De quanto precisa para me levar até esse tesouro rapaz?
- Acho que apenas duas moedas dá senhor.
- Somente isso?!
- Sim, Sim. Sem dúvida dá sim.
Retirei do bolso as duas moedas e entreguei ao rapaz, que assim que fiz tal gesto me pegou por uma das mãos e me levou consigo dizendo alegremente e pulando de um lado para o outro:
- Muito obrigado moço! Vamos então ver a vitória!
- Vamos lá!
Jamais imaginaria que aquele tesouro mudaria para sempre o rumo que eu levaria o restante da minha vida…
E assim saí sendo carregado por aquele pequenino entre as ruas movimentadas de sua cidade. Não muito longe dali o rapaz parou bruscamente um uma pequena loja de conveniência.
- O senhor espera aqui por favor?
- Claro meu jovem, mas você não vai demorar muito não é?
- Não, só um tantinho rapidinho…
Passaram-se cinco minutos e o rapaz voltou com um imenso buque de rosas vermelhas com um grande laço azul e um bilhete preso as flores que era visível a sua leitura: “Se meus dias são de alegrias, é porque você me trouxe a verdadeira vitória”.
- O que é isso rapaz? São para mim tal presente? Espero que não né?
- Não moço. O presente é pra mostrar pro senhor a vitória.
Seguimos algumas ruas adiante até pararmos de frente a um prédio velho e caindo aos pedaços. O menino havia me falado que lá era onde estava esse grande tesouro. De cara percebi o erro que havia cometido. Esse rapaz é maluco… – pensei comigo mesmo enquanto subia pelos degraus da escada completamente empoeirados e cuja a localização ficava em um prédio onde haviam transformado o único elevador existente em um depósito de lixo. Após intermináveis lances de escada chegamos ao terceiro andar e pude avistar uma porta branca com detalhes em dourado com a inscrição de “Bem-vindo” logo na entrada. O menino tomou a dianteira e abriu a porta. Ao fazer isso adentramos em um quarto completamente fechado, porém aparentemente bem conservado. O menino puxou minha mão e me levou até um dos cômodos e aos poucos tudo foi fazendo sentido para mim… No cômodo havia uma cama com uma linda jovem deitada. Seu rosto era quase pálido mas era possível ver que aquela menina que ali estava possuía algo único, difícil de explicar.
O menino com os olhos marejados de lágrimas começou a me explicar baixinho o motivo de minha estadia naquele cômodo:
- Moço essa é a minha irmã Vitória. Ela está muito doente e o médico deu-lhe somente mais três dias de vida. Hoje é o seu último dia… Ela não tem mais forças para lutar contra a sua doença… E me pediu para comprar essas flores… Ela é tudo que eu tenho e é o meu maior tesouro… Foi ela que me ensinou tudo que eu sei. O senhor consegue carregá-la para mim?
Naquele momento meus olhos encheram-se de lágrimas mas contive a emoção diante do menino e tentei ser o mais amável possível.
- Aonde gostaria de acomodá-la rapaz?
- Gostaria de levá-la para ver o pôr do sol. O senhor pode me ajudar?
Não havia como recusar aquele pedido. Nada tinha eu a ver com aquelas duas crianças. Nada tinha eu a ver com as suas história de vida. Mas as vezes realizamos coisas sem saber o motivo e quando as concretizamos nos sentimos submersos em uma emoção inexplicável. É algo verdadeiramente surreal…. E foi isso o que aconteceu. O surrealismo tomou conta do meu ser.
Levei a menina em meus braços, que as vezes abria os olhinhos, mas que tinha uma expressão um pouco sofrida, distante e cansada demais para desejar falar algo. Ao ser guiado pelo menino sobre o local onde gostaria de ver o pôr do sol com Vitória, me deparo com um jardim lindo e uma árvore que tinha vista para um pequeno lago. E foi ali que recostei a menina. Vendo-a ali sentada naquela árvore com seu irmão ao lado pensei em seu nome e no significado que ele continha… Vitória… O menino com lágrimas nos olhos apertou meu dedo e agradeceu profundamente. Eu fiquei ali com os dois admirando a beleza de um pôr do sol que seria inesquecível em nossas vidas. Principalmente na vida da pequena Vitória. O sol foi se pondo e com ele as poucas energias existentes da pequena garota. Aos poucos seus olhinhos foram se tornando cada vez mais pesados e finalmente ela dormiu. Dormiu para um sono que jamais voltaria a acordar…
Muitos homens desejam a conquista sem saber ao menos o seu verdadeiro significado. Quantos desses mesmos homens já fizeram para si uma simples pergunta: O que seria realmente a vitória?
Para uns a vitória é o triunfo máximo; O ápice do poder. A demonstração suprema de superioridade. Para outros é apenas o rumo determinado por escolhas corretas e estratégias bem elaboradas. Mas para um homem a vitória foi algo mais do que isso. Ela foi a definição perfeita da palavra amor. E esse homem a qual me refiro não foi o menino da história que lhes conto, mas sim eu mesmo.
Jamais tornei a voltar naquela região ou avistar novamente aquele menino que sequer me disse seu nome. Mas naquele dia duas moedas foram poucas para toda a alegria que ele havia me proporcionado. A alegria de ter descoberto a verdadeira Vitória…
Eduardo Orlando Holopainen

Valorizar o que se tem hoje é fundamental para se obter futuras vitórias. Aquele que pensa somente em seus objetivos e desvaloriza aquilo que já foi conquistado deve ter em mente que nenhum futuro pode ser solidificado sem o fundamento da razão em junção com o alicerce da emoção. Não adianta planejarmos um futuro brilhante quando passamos por momentos pouco favoráveis a nós mesmos e logo acabamos por deixar todas essas dificuldades caírem no esquecimento… Cada lágrima, sorriso ou qualquer outra emoção obtidas por nós ao decorrer de nossa jornada não devem ser desvalorizados, mas sim lembrados que graças a tudo isso somos hoje em dia o que os outros veem e aquilo que sentimos dentro de nós mesmos. Quem traça seu futuro se embasando na valorização de tudo aquilo que já conquistou tem mais chances de ter uma vida excepcional do que aquele que simplesmente traça metas sem a lembrança de todas as dificuldades que deram forma ao que hoje ele é.
Eduardo Orlando Holopainen

Escrevo para lembrar aquilo que sou: Letra ilegível; Frase incompleta; Sujeito que não se pode encontrar em uma simples oração… A escrita é uma das mais antigas formas de representação da humanidade, porém quem escreve querendo unicamente adornar suas palavras apenas consegue realizar a junção das mesmas e acaba por não se encontrar naquilo que expõe. É possível criarmos histórias fantásticas através do uso de nossas mentes, ou poemas magníficos através das mais variadas formas de inspiração, mas quem realmente escreve sobre aquilo que sente? Quem descreve a sua própria solidão, a sua tristeza, o seu carinho, a sua alegria ou as suas decepções? Quem realmente SE descreve? Somos histórias inacabadas que só descobrem seu verdadeiro final na inesperada última página da existência… É por esses e outros motivos que ainda escrevo. Por isso que ainda deixo meus versos. Podem não ser os mais perfeitos e nem os mais belos que lerás em sua vida, mas são aqueles que realmente me descrevem. Eu gostaria de colocar em palavras tudo aquilo que sinto, mas infelizmente faltariam as mesmas e talvez não fizesse sentido algum lê-las. Meu livro se chama Vida e minha caligrafia se chama Amor. O resto para mim é somente gramática de um mundo que infelizmente ainda não se encontrou. E sinceramente essa gramática não me interessa mais… Já foi-se o tempo onde eu vivia de adjetivos para poder me sentir bem… Hoje em dia eu vivo o que escrevo, mesmo sabendo que muitos não entenderão as minhas entrelinhas. O motivo da minha escrita não é simplesmente para marcar espaços em folhas em branco, mas sim para ter a possibilidade de resgatar as diversas sensações do que é ser verdadeiramente humano perante os corações daqueles que partilham das mesmas coisas que eu. É por isso que escrevo: Por ainda ter esperança de que um dia todos nós possamos nos lembrar exatamente aquilo que somos: Humanos, imperfeitos, confusos, questionadores mas completamente apaixonados por algo que nos faça realmente sentir vivos.
Eduardo Orlando Holopainen

Quem julga as minhas ideias sem ao menos entender o significado ou a trajetória das minhas linhas de raciocínio infelizmente comete contra si próprio a maior punição que se pode infligir a sua própria mente: A punição da alienação. Desacreditar em qualquer tese ou hipótese é totalmente plausível para aqueles que consideram a liberdade de expressão como alicerce que regimenta não só a nossa sociedade atual mas sim toda a humanidade, porém desacreditar em qualquer coisa que seja sem ao menos ter algum embasamento ou o menor conhecimento que for sobre a mesma é deixar que a ignorância se sobressaia sobre a nossa capacidade de raciocinar, argumentar e expor o nosso ponto de vista da maneira que nos convém; Nossas ideias são aquilo que nos formam verdadeiramente e de maneira nenhuma devemos nos abalar se por acaso outros não as tenham como verdades para as suas vidas; Isso é o que também nos torna humanos e não máquinas. Isso é o que nos torna insubstituíveis. E sem dúvida alguma serão as nossas ideias que serão lembradas em nossa morte e não os nossos julgamentos, sejam eles falsos ou não, pois das nossas ideias é que virão as lembranças de todos os momentos em vida que conseguimos fazer com que algo relativamento pequeno se tornasse algo inesquecível e valoroso para se recordar.
Eduardo Orlando Holopainen

Há mais vitórias na vida do que em qualquer tipo de competição que possas um dia se submeter a realizar. Acordar todas as manhãs para um novo dia, desfrutar da tua boa saúde e daqueles que te amam e que sempre estão ao teu lado, sorrir simplesmente pelo fato de poder fazer tudo de novo se algo não lhe agradar, ter a liberdade de poder sonhar, amar e pensar no que você quiser… Esses são um dos motivos que te tornam um vencedor em potencial desde do dia em que despertastes para esse mundo. Jamais se esqueça disso. Jamais deixe que as derrotas de um pódio ou de qualquer competição maltratem a tua alma e te impeçam de enxergar a vitória que é estar vivo. Ninguém nasce sabendo não é mesmo? Mas todos que nascem já nascem vencendo! A vida é a maior vitória que se pode obter! Isso não é maravilhoso? O resto das conquistas que podemos ou não adquirir ao longo da nossa jornada é o que costumo chamar de “vitórias secundárias”… Por isso meu(minha) amigo(a) não lamente as tuas derrotas. Aprenda com elas. Tenha em mente que ninguém nasce sabendo, mas que todos que ainda respiram possuem uma vida inteira para poder aprender. E essa já é uma mentalidade de alguém que quer ser mais do que um mero conquistador de pódios. Essa é a mentalidade que deve ter um verdadeiro vencedor; Um vencedor que antes das vitórias do mundo já conhecia a maior de todas elas: A vida. O resto são apenas “vitórias secundárias”…
Eduardo Orlando Holopainen

Não é preciso ser nenhum gênio para entender o amor que existe na humanidade. Temos esse sentimento de forma tão intensa pois ele é aquilo que compõe a nossa essência. É com o auxílio dele que nascemos, crescemos e nos desenvolvemos até os dias de hoje. E sem dúvida é com ele que morreremos. O homem que não consegue enxergar em si próprio uma fagulha sequer desse amor certamente perdeu a sua concepção para com as coisas óbvias, entre elas o fato de que ninguém vive sem amor. Não precisamos ser gênios para entendermos esse sentimento. É preciso somente amar: Amar como se não tivesse amanhã; Amar como se todos os dias fossem Sábados, Domingos ou feriados; Amar para nunca deixar de ser amor; Amar simplesmente pelo fato desse ser o verdadeiro motivo pelo qual regemos as nossas vidas e fazemos com que cada uma de nossas decisões antes mesmo de serem pensadas sejam primeiramente sentidas – tanto de forma direta quanto indireta… De fato não precisamos ser gênios ou querermos entender tudo sobre o amor. Só precisamos mesmo é enxergá-lo um pouco mais. Além de qualquer aparência. Além de qualquer teoria. Além até mesmo da própria razão. Afinal isso é o amor. E é isso o que importa.
Eduardo Orlando Holopainen

Batalhas podem ser travadas em campos de batalhas tanto físico quanto psicológicos; Vidas podem ser descortinadas através da concepção e observação de inúmeros fatos; Argumentos podem ser apresentados e manipulados dependendo da interpretação errônea ou não dos mesmos… Opiniões podem ser reformuladas, questionadas e passarem a ser novas certezas ou futuras dúvidas… Tudo isso pode ser encontrado no complexo córtex cerebral da mente humana. Porém, com a ajuda de pequenas ferramentas que nos cercam, entender tal complexidade dessa máquina viva pode se tornar algo muito menos complicado. A leitura de diversos livros dos mais variados gêneros faz-se extremamente importante na construção e no entendimento da maior máquina que possa a existir: A máquina humana. Vivemos transformando tudo aquilo que nossos olhos assimilam em certezas, mas certamente muitos de nós esquecem de transformar tudo aquilo que sua mente assimila em verdades de fato. Treinar a mente aos mais variados estímulos pode estar a uma página de distância de ti. Prepare-se pois o fim da alienação do mundo moderno pode ter seus dias contados. Logo ali naquela mesa, naquele armário ou naquela pequena distração entre um bipe de um aparelho seu e um monte de coisas que possam estar ou não dentro de sua bolsa, existe um livro a espreita aguardando somente que desvies a atenção para que assim ele possa entrar na tua vida e lhe mostrar algo que pode ser muito mais rápido do que a troca de informações obtidas com internet e muito mais intenso do que qualquer meio de comunicação que possa existir nos dias de hoje: Falo do prazer de descobrir o valor da obtenção de conteúdo intelectual de verdade com informações que estimulem o prazer pela vida e por novas descobertas. Um livro pode contar uma vida, seja a sua própria ou a de qualquer outra pessoa ou personagem; Ele pode mudar o mundo se seus possuidores assim desejarem. Mas suas palavras jamais terão um verdadeiro significado se as mesmas ficarem somente aprisionadas entre páginas. É preciso transportar o prazer da leitura para a mente daqueles que estão debilitados mentalmente e psicologicamente, para que assim possamos ter acesso ao conhecimento contido em tais ferramentas, e com isso conseguirmos melhorar este que hoje é chamado de Ser Humano. Com a maximização desse Ser em questão não tardará para que venha a tona a verdadeira evolução: A Evolução literal – evolução essa que será liderada por todos aqueles que sabem o valor de um bom livro e que não esquecem obviamente o valor do maior livro de todos: O livro da vida. A leitura precisa ser assimilada como parte fundamental de uma vida em construção, pois assim como uma casa necessita de alicerces para manter a sua estabilidade, jamais poderemos ter um intelecto formado sem que o mesmo seja estimulado adequadamente.
Eduardo Orlando Holopainen







